Você já percebeu que hoje em dia
todo mundo quer aprender inglês? Até quem não quer aprender inglês vai ter que
aprender inglês pra não morrer de fome no futuro. Afinal, cachorro-quente já
virou hot-dog há muito tempo, e, da
noite pro dia, o bolinho que sua avó fazia ganhou roupa nova e virou cupcake. Imagina onde isso pode parar!
Exageros à parte, imagina na
Copa! Baiana de acarajé tá fazendo um mês de curso de inglês pra vender seus
quitutes. Disseram que quem não souber explicar pros gringos o que é o bolinho
– esse frito no dendê – vai perder sua fatia de mercado. E você não leu errado:
UM MÊS de curso! Em um mês o intestino do gringo mal se recuperou da overdose
de dendê...
Pois é, se no Brasil falar inglês
já é importante, fora dele é essencial, em especial para quem quer viajar por
conta própria. Imagina se, durante sua viagem, sua mala sumisse do quarto num hotel na Itália? E se você
esquecesse sua carteira com todos os seus documentos num avião no Peru? Ou se
você pegasse o trem errado na Espanha? É muito provável que você possa usar o
inglês em quase todas essas situações. No entanto, se você não souber explicar
pros gringos qual é o problema (e for ruim de mímica), pode sentar e chorar. E
se souber chorar em inglês, melhor ainda!
–
E se eu não falo nada? Não posso viajar?
Pode sim, claro! Tem muita gente
que viaja o mundo todo e fala inglês pior que o Joel Santana. Mas se você quer
gastar menos (muito menos, em alguns casos) e evitar furadas, acredite em mim: um
pouquinho de planejamento pode fazer uma grande diferença.
Por isso, amig@, resolvi compilar
10 anos de minha experiência como English
teacher e viajante independente em uma série de 10 dicas práticas, mão na
massa mesmo, que postarei pouco a pouco no meu novo blog. Um presente de
boas-vindas para você que me acompanhar, com frete grátis e satisfação
garantida. Vai perder essa oportunidade?